Chegando em SFO…

Nosso vôo de Dublin fez escala em Londres e partiu de lá direto para São Francisco, ou seja, foram 11 horas de muitos filmes, comidinhas e pouco descanso, principalmente quando estávamos sobrevoando o Canadá e ficamos apaixonados pelas geleiras e montanhas…

Chegamos em SFO por volta de 19h e seguimos as placas do aeroporto até a estação de BART, um tremzinho que leva até o centro da cidade. Demos muita risada com a máquina de comprar tickets nem um pouco intuitiva, mas depois de algum tempo quebrando a cabeça, estávamos no trem rumo à estação do nosso hotel. Os tickets custaram cerca de 8 dólares por pessoa e nós demoramos meia hora até a Powell Station, que é a estação mais perto da Union Square.

Esta praça e redondezas é um lugar ótimo para ficar hospedado por causa da variedade de lojas, restaurantes e mercados. Com esta informação em mente, fomos ao querido Booking.com e escolhemos o Hotel Stratford, que tinha uma diária bem mais em conta que o resto dos hoteis da região (e claro que por isso ele não é nada demais, ou melhor, ele é um basicão um pouco pior que um Ibis da vida). Andamos uns 10 minutos da Powell St. até o nosso hotel pela Powell Street e achei a rua super legal, com várias lojas conhecidas, muita gente circulando e tirando fotos, enfim, uma energia muito boa. Como estávamos exaustos por causa da viagem, compramos alguns lanches no Walgreens e fomos direto para o hotel, onde fizemos checkin, jantamos no quarto e desmaiamos até o dia seguinte.

Dia 1 – domingo (27/11/2016)

Acordamos umas 4 da manhã por causa do jet lag bizarro (8 horas de diferença de fuso de Dublin), nos arrumamos com bastante calma e quando deu 7 horas, fomos tomar o café da manhã continental do hotel. Torradas, manteiga, geleia, leite, sucos não naturais, muffins, laranjas, leite, café e chá. Deu para o gasto, mas que eu queria um buffetzão, ah eu queria…

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Eu vou contar tudo sobre o nosso roteiro já já, mas quero mostrar logo nesse mapa as atrações que vimos para você não perder tempo caso queira saber sobre outras. Vimos o basicão mesmo, olha:

Aos detalhes agora. 😉

Saímos do hotel rumo à Powell Station para pegarmos o famoso bondinho da cidade. Quando chegamos na estação, a fila estava gigante e para piorar estava chovendo, mas deu para perceber que alguns bondes estavam saindo vazios enquanto outros estavam lotados. Descobrimos que os vazios iam até o Fisherman’s Wharf mas não paravam no topo da Lombard Street, rua sinuosa que é um dos cartões postais da cidade. Decidimos pegá-los e ir de carro até essa rua fofa na segunda-feira, pois achamos que íamos perder muito tempo na fila (dica: vá bem cedo!).

Por essa estação ser um dos pontos finais, dá para ver como eles giram o bonde para fazê-lo ir na direção oposta. É totalmente manual – bem legal!

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Subimos no bonde e pagamos 7 dólares por pessoa para o cobrador do bonde, que assim como o motorista e 80% das pessoas ao nosso redor, era de origem oriental. Achei isso muito estranho, porque você acaba não se sentindo muito nos Estados Unidos, não sei…o inglês é difícil de entender e a simpatia das pessoas passa longe da simpatia da média dos americanos. Achei bizarro…

Descemos no ponto final do bonde e andamos até uma loja chamado ROSS Dress for Less, que o Celo já conhecia mas eu não. Essa loja, assim como a Marshallsvende peças de marca com muitoooo desconto. Recomendo muito a visita caso esteja precisando de alguma coisa e queira que seja de marca! No nosso caso, aproveitamos para comprar casacos, porque é o que mais usamos na Irlanda. 😦

Andamos até o Fisherman’s Wharfque é uma região portuária repleta de stands e restaurantes de frutos do mar e lojas de souvenirs. Confesso que não achei o lugar nada demais e como estava bem cedo para provar as iguarias, a gente passou bem rápido por ali…

Andamos até o Pier 39 e esse sim faz você se sentir nos Estados Unidos: eles fizeram um ambiente que me lembrou as ruazinhas da Disney, com muitos restaurantes e lojinhas fofas. Tudo é bem decorado, tem musiquinha, tem muita gente tirando foto, tem vários artistas fazendo estripulias e você ainda consegue ver de perto uns leões marinhos fofos que ficam deitados em umas placas no meio da marina (provavelmente colocadas pela prefeitura para atrairem mais turistas). Achei bem mais legal que o FW, mas tem um clima fake e tudo é carinho, né…

Pensamos em sair dali e andar até a nossa próxima atração turística (Ferry Building) e depois voltar para almoçar, mas como é tudo bem longe e não queríamos gastar com bus, achamos melhor almoçar mais cedo mesmo sem muita fome. Fomos no famoso Bubba Gump, que foi inspirado no filme Forest Gump, e apesar de o ambiente ser bem maneiro, a comida não é nada demais. Pedimos duas entradas com camarões (especialidade da casa) que estavam gostosinhas, mas faltou sal, tempero, sei lá. Acho que o nosso problema é que entramos com expectativas altas, então eu sugiro que vá com elas baixas e tudo vai ficar bem! Ah, vá preparado para pagar 12 % de taxa extra + no mínio 15% de gorjeta…punk,né? Eu também achei. Mas aí tente relaxar apreciando a vista que o restaurante tem…rs

Celo estava com vontade de comer um hamburguer no In-N-Out – um fast food que tem tudo fresco e por isso é um sucesso na costa Oeste do país (recomendo!) – então voltamos para o FW e aproveitamos também para conhecer a loja de chocolates Ghirardelli. Compramos algumas barrinhas de chocolates diferentes no segundo andar da loja e pensamos em tomar o melhor chocolate da cidade, segundo alguns blogs, mas como estava cheio de gente e estávamos sem fome, deixamos passar…depois me conte se é bom mesmo!

Andamos all the way back to the Ferry Buildinguma boa caminhada com poucas paisagens interessantes – e adoramos o que vimos dentro desse prédio. Eles abriram vários restaurantes, lanchonetes e lojas ali dentro como se fosse um mercadão e o lugar ficou muito bacana! Deu vontade de sentar para comer ostras, mas estava tudo tão lotado e nós estávamos tão cansados, que de novo deixamos passar…

Algumas fotos do caminho:

O Ferry Building em si:

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Seguimos andando em direção ao nosso hotel, mas agora pegamos uma avenida repleta de prédios altíssimos e espelhados, a Market Street. Um mais lindo que o outro…

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Entramos na Marshalls (falei mais sobre ela no início do post), compramos nosso chip de celular de 2G por 36 dólares na T-Mobile e depois entramos na loja Uniqlo para comprar os melhores casacos da vida, e o melhor, em promoção! Quando essa loja vai abrir em Dublin, hein? Recomendo muito!

Passamos no hotel para descansar um pouco e depois tentamos ir jantar no restaurante Cheesecake Factory, no último andar da loja Macy’s, mas como a fila estava enorme e estávamos muito cansados para esperar (o jet lag não perdoou), voltamos para o Walgreens e compramos saladinhas com frango para jantarmos no quarto. Mas pelo menos conseguimos ver a Union Square iluminada de Natal. ❤

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Dia 2 – segunda (28/11/2016)

Acordamos um pouco mais tarde (5h, aeeee!), arrumamos as coisas, tomamos café da manhã igual ao do dia anterior, fizemos o checkout e andamos uns 10 min até a empresa Alamo para pegarmos o carro que alugamos pelo site RentalCars. Em menos de 10 minutos estávamos colocando as malas em um carro automático com uma mala gigante, ou seja, nada do que pedimos (nós sempre pegamos aqueles carros sem malas manuais – os mais baratos, sabe?). Me senti rhycaaaaa e como a carteira do Celo estava vencida, fui eu que tive que dirigir o tempo todo, infelizmente…

Dirigimos até uma pracinha chamada Alamo Square, porque é lá que estão umas casinhas fofas conhecidas como The Painted Ladies. Elas são fofas demais, assim como todas as casinhas nas ruas ao redor. Dá só uma olhada:

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Essas aí de cima são as famosas, mas as que estão aqui embaixo também são umas belezuras, né?

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Achei essa região a mais bonita da cidade. Recomendo muito! 😉

De lá dirigimos até a famosa Lombard Street, a rua mais sinuosa do mundo, e tivemos o prazer de descê-la dirigindo, apesar de eu ter tido bastante medo no início. Ela é larguinha, então dá para descer sem muito esforço e bem lentamente, por causa da quantidade de carros fazendo a mesma coisa. Olha que rua mais fofa:

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Seguimos então para uma das pontes mais famosas da mundo, a Golden Gate. Ela é tão imponente com sua estrutua metálica vermelha…achei o máximo!

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Atravessamos ela todinha e depois paramos em um mirante do lado direito para tirar algumas fotos e apreciar a vista de SFO. Celo achou uma boa dirigir até alguns mirantes no alto de uns morros e lá fomos nós também. Olhem só as vistas:

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Um zoom agora para ver São Francisco na neblina…

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Passamos depois na cidade fofa de Salsalito, mas como tínhamos que dirigir até o Yosemite Valley e eu sou uma lesma + não gosto de dirigir à noite, nem paramos para comer ou passear na cidade. Acho que deve valer a pena, porque é realmente uma gracinha, mas vai ter que ficar para uma próxima vez…

Seguimos por muitas horas na estrada até o YV e contei tudo sobre lá neste post. Continue lendo!

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Acompanhe todos os detalhes da nossa viagem de duas semanas pelos EUA (Nevada e Califórnia), clicando nos links abaixo:

  • Resumo das 2 semanas por Nevada e Califórnia – veja mais detalhes neste post
  • 1 dia e meio em São Francisco – veja mais detalhes neste post
  • 2 dias e meio no Yosemite Valley – veja mais detalhes neste post
  • 1 dia no Death Valley – veja mais detalhes neste post
  • Uma semana em Las Vegaspost com detalhes em breve

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