Dia 1 – sexta – feira (02/09/2016)

Saímos de Évora por volta de 10h e entregamos o carro ao meio dia na locadora Centauro, que fica bem perto do aeroporto de Lisboa. De lá pegamos um taxi para o nosso hotel, o Turim Saldanha, que fica em uma parte não muito turística da cidade mas é perto da estação de metrô Saldanha. O hotel é bem confortável e moderno, mas achei caro para os nossos padrões (90 euros sem café da manhã).

Algumas fotos:

Deixamos as nossas coisas nos quartos e fomos andando para a parte histórica da cidade, onde estão as atrações turísticas que visitamos na cidade (pontos em azul) e as outras atrações em Belém e em Cascais (pontos em verde). Coloquei no mapa abaixo para você ter uma noção melhor das distâncias (nosso hotel é o ponto em vermelho):

Começamos o passeio passando uma avenida bem larga e arborizada, cheia de lojas interessantes, a Av. da Liberdade.  Muito extensa também, principalmente com o calor que estava fazendo…

Passamos pela Praça dos Restauradores e depois pela Praça do Rossio até chegarmos a um lugar super tradicional, a Ginjinha do Largo de Santo Antônio. Pagamos 1.20 euros para um shot do licor de ginja (uma fruta parecida com cereja) e achei uma delicinha.

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Praça dos Restauradores
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Praça do Rossio

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Saímos de lá e cruzamos a Praça do Rossio até o “Elevador Lacerda”de Lisboa, o Elevador de Santa Justa (ou Elevador do Carmo), construído no início do século XX por um arquiteto aprendiz do Alexandre Eiffel (dá para imaginar o que ele criou, né?). A fila estava bem grande, então deixamos para subí-lo mais tarde…

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Andamos pela famosa Rua Augusta com suas lojas, restaurantes e artistas de rua, e paramos para almoçar no segundo andar da Confeitaria Nacional. Optamos pelo almoço estilo buffet porque era rápido, barato (9 euros com direito a sobremesa) e estava com uma cara boa. Gosto também, felizmente.

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PS: A tia portuguesa do Celo recomendou o restaurante João do Grão para um bom bacalhau, mas quando passamos por lá a cozinha tinha tido um problema e não deu para entrarmos. Fica a dica, hein!

Alimentados, andamos até o Arco da Rua Augusta e cruzamos para a Praça do Comércioque abrigou o Palácio Real por 400 anos. Manuel I transferiu a residência real do Castelo de São Jorge para esse local em 1511, por ser perto do rio e mais conveniente. Por causa do terremoto de 1755, o primeiro palácio e sua biblioteca com 70 mil livros foram completamente destruídos, então o que você vê hoje foi construído depois desse evento. Não deixe de ir até a escadaria de mármore perto do rio Tejo: a realeza e e os embaixadores desembarcavam ali para entrar no Palácio.

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Pensamos em subir o Elevador de Santa Justa, mas a fila e o calor enormes pesaram contra. Achamos melhor subir o elevador dentro do shopping Armazéns do Chiado e já lá em cima, no bairro de Bairro Alto, aproveitamos para ver a vista do Elevador, sem pagar nada por isso. Que visual!

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Passeamos pelas ruas deliciosas do bairro boêmio da cidade e paramos na tradicional cervejaria Trindadeque está em um antigo convento do século XIII e cujo restaurante funciona desde 1836. Falam super bem da comida de lá, mas nós só paramos para umas cervejinhas…

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Passamos em frente ao Café à Brasileira para tirar uma foto clássica com a estátua de Fernando Pessoa. Era neste local que  as grandes personalidades da cultura portuguesa se reuniam para trocar ideias.

Paramos na loja fofíssima da Paezque vende sapatos super confortáveis em várias estampas (comprei um depois da tia do Celo falar tão bem e tô amando!), e seguimos andando até o Time Out Market (ou Mercado da Ribeira), um mercado maravilhoso com muitos restaurantes de qualidade. Fomos direto nos que a tia do Celo indicou (ela disse que são chefs conhecidos em Portugal) e não nos arrependemos. Tudo estava maravilhoso, principalmente o prato 100% surpresa da Marlene Vieira (isso mesmo! Pagamos pouco menos de 30 euros para ela preparar 7 tapas diferentes, sem termos ideia do que eram. Que delícia a expectativa e o gosto!). Bebemos vinhos locais e provamos outras comidinhas até fecharmos a noite e voltarmos de taxi para o hotel.

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Escada dentro da loja

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Dia 2 – sábado (03/09/2016)

Tomamos café da manhã na lanchonete em frente ao nosso hotel (Frutalmeida) e depois pegamos o metrô na estação Saldanha até a estação de trem Cais do Sodré (compramos as passagens na máquina por 5.70 euros para nós 3). Já na estação de trem, nós entramos na fila da bilheteria e compramos os bilhetes de trem para Cascais com direito a paradas no meio do caminho (queríamos descer em Belém) por 14.50 para nós 3.

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Achei o trem bem ruimzinho, mas ainda bem que o percurso foi curto. Descemos em Belém e fomos direto comer o famoso e original Pastel de Belémque é feito com a mesma receita desde 1837. Compramos uma caixa com 6 por 6.30 euros e nos deliciamos!

Depois fomos para o lindíssimo Mosteiro dos Jerónimos (12 euros por pessoa com direito à Torre de Belém), que é considerado o ápice da arquitetura manuelina. Ele foi construído no início do século XVI com o dinheiro do comércio de especiarias e impostos sobre o ouro. Algumas fotos do claustro e da igreja:

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Andamos até a Torre de Belém pela margem do rio Tejo e quando chegamos nela, pegamos uma fila enorme para subí-la. Esta torre foi construída no século XVI para ser uma fotaleza no meio do rio. Ela é lindíssima por fora, mas por dentro não é nada demais. A vista de seu topo também vale a pena:

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Paramos para almoçar e nos refrescar no bar/restaurante 38 41 e depois pegamos o trem para Cascais, cidade que me encantou. ❤

Nós passeamos pelas ruelas do centrinho, andamos pela orla e decidimos parar para almoçar em um restaurante de frente para o mar, o Esplanada Santa Marta, que tinha comidas simples mas saborosas e o melhor, preços bons.

No final do dia, fomos até o Mercado da Vila de Cascaisque é um achado com muitos quiosques de comidas e bebidas. além de restaurantes, e fechamos a noite com chave de ouro.

Quero morar em Cascais! 🙂

 

Voltamos de trem para Lisboa e pegamos um taxi do Cais do Sodré até o nosso hotel..

Dia 3 – domingo (04/09/2016)

Fizemos o checkout do hotel, deixamos as malas no quarto da tia (ela ficou mais um dia na cidade) e pegamos um taxi até a Praça do Rossio. Tomamos café da manhã na Confeitaria Nacional e depois andamos pelo bairro histórico de Alfama, que apesar de ser bem modesto hoje em dia, já foi o bairro mais valorizado da cidade. Apesar das obras, fizemos questão de passar em frente ao prédio estranho da Fundação José Saramagoolha:

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Continuamos o passeio e subimos as ladeiras até a Sé de Lisboacatedral da cidade. Ela começou a ser construída em 1150, quando a cidade foi recapturada dos mouros, mas foi devastada diversas vezes por causa de tremores ao longo dos séculos. Dá para ver vários estilos arquitetônicos graças a essas reconstruções.

Quando saímos dela, pensamos em pegar o bonde mais antigo da cidade (número 28) até o Castelo de São Jorge, mas ele sempre passava cheio naquele ponto (acho que a boa é pegar lá embaixo perto da Praça do Comércio).

Decidimos então contratar um tuk tuk, que é febre agora na cidade, e acabamos fazendo um tour pela região do Castelo antes de pararmos lá. Descemos em um mirante que tem uma vista linda (não me lembro o nome) e passamos em frente a alguns prédios históricos também. Quando o passeio de meia hora acabou, fomos pagar e tomei um susto com o valor de 30 euros que o motorista nos cobrou (eu entendi 10 euros para nós 3). Enfim…fiquei P da vida, pq juro que entendi que o total seria 10. Prestem atenção na hora de fechar o preço! Apesar do rolo, achei divertido andar nesse troço barulhento e sacolejante (isso é uma palavra?).

Descemos do tuk tuk perto do Castelo e tivemos que subir a pé uma ladeira para chegar até a bilheteria dele (todo mundo tem que fazer isso). Paguei 8.50 euros para entrar e apesar de o castelo do século XII estar em ruínas, achei que valeu a pena ver a vista da cidade (!!!) e passear por ele. O calor estava insuportável, então não fiquei muito tempo andando não…mas recomendo a visita!

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Fomos almoçar no restaurante Cerca Moura (comida boa, mas nada demais) e pegamos um taxi de volta para o hotel. Descansamos e fomos de metrô para o aeroporto sem stress. Já penso em quando vou voltar…

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