Dia 1 – 29/05/2017 (segunda-feira)

Saímos de Pompeia no meio da tarde e pouco tempo depois, chegamos em Vico Equense, lugar que escolhemos para ser a nossa base para conhecer a famosa Costa Amalfitana. A escolha por Vico se deu basicamente porque estávamos em 3 (eu, meu pai e meu irmão) e queríamos um quarto triplo de preferência um hotel com piscina de frente pra praia.

O Booking.com não me mostrou nada que atendesse aos nossos critérios pela Costa propriamente dita, então optamos por ficar um pouco fora dela (nosso pin em vermelho), como você pode ver pelo mapa abaixo:

Ficamos hospedados no hotel Residence Le Axidie, que é um hotel antigo que está passando por renovações. O hotel fica em uma praia maravilhosa e tem uma piscina de frente pro mar, mas os quartos estão espalhados por um terreno grandinho e os caminhos são um pouco confusos. O nosso apartamento era super novinho e com decoração clean, mas o wi-fi não funcionava direito lá dentro, mas a gente acha que é porque o apê ficava bem longe do prédio principal do hotel. Algumas fotos:

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Almoçamos no restaurante do hotel, que fica de frente pra praia, e depois aproveitamos para descansar na praia, que estava perfeita só com a gente e com a água nem muito fria e nem muito quente. Olha que paraíso:

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Decidimos ir jantar em Positano e nenhum livro ou relato de amigo me preparou o suficiente para a entrada que pegamos entre Sorrento e nosso destino. Quantas curvas, quantos motoristas loucos e quantos carros estacionados nas estradas! Sim, estacionados! Obviamente eu dirigi que nem uma lesma, com medo das ultrapassagens super perigosas que eram feitas na minha frente e das pessoas que cruzam as estradas como se estivessem andando em ruas pacatas. É uma experiência horrorosa! Juro que ficava feliz quando pegava um pouquinho de trânsito e todo mundo era obrigado a dirigir devagar…rs. Em compensação, o visual é espetacular! Você dirige o tempo todo com a vista para o mar e para as vilas construídas nas encostas, então é realmente cenário de filme. Dá para parar em alguns lugares para respirar aliviado e tirar fotos, então sugiro fortemente que o faça.

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Quando chegamos em Positano, paramos o carro na própria estrada, seguindo os 500 carros que fizeram isso, e descemos vários degraus até o centrinho da cidade, que fica mais perto do mar. A cidade é uma graça, com suas ruas iluminadas com tantas lojinhas e restaurantes, e fez valer a pena todo o perrengue até lá. É um lugar lotado de casais, principalmente brasileiros e americanos, e por isso tem gente falando alto por todos os lados. (Sorry, é a percepção que tenho dos meus conterrâneos e dos americanos, não tem jeito.)

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Nós andamos até a praia da cidade e lá há alguns restaurantes bem turistões, sabe? Como estávamos com fome e sem muita paciência para procurar lugares mais locais, optamos por comer no Chez Black, um grandalhão com decoração bem pesqueira e nota justa no TripAdvisor. Comemos super bem, mas o atendimento foi ruim porque estava bem lotado o lugar…Acho que faz parte da experiência de ir para um lugar da moda em alta temporada, né? (#nuncamais)

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Saímos do restaurante e nem pensamos duas veze sobre subir a pé até a estrada para pegar o nosso carro. Pegamos um taxi assim que possível e foi a corrida mais cara e mais louca que já pegamos na vida. A motorista corria tantooooo e dirigiu por uns 5 minutos, mas a conta foi 22 euros. Voltamos tensos para o hotel, porque já estava escuro e a iluminação não é o forte do lugar, mas chegamos bem!

Dia 2 – 30/05/2017 (terça-feira)

Pagamos 8 euros por pessoa para ter direito a um café da manhã no hotel e apesar do banquete não ser lá essas coisas, a vista era linda:

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Depois do estresse do adia anterior, optamos por ficar na praia e na piscina do hotel curtindo nosso momento família. Foi uma delícia saber que não tínhamos nenhum compromisso marcado, a não ser repassar o protetor solar depois de algumas horas no sol.

Almoçamos de novo no hotel (comida nada demais), mas quando chegou o finalzinho da tarde, lá fomos nós dirigir até outra cidade da Costa Amalfitana: RavelloEsta cidade é considerada a mais bonita da Costa, então não tínhamos como não passar lá. Pegamos uma estrada diferente, dessa vez passando por Pompéia, porque meu irmão lindo esqueceu o passaporte dele lá. A estrada foi bem cansativa e teve muitas curvas e muita subida, mas ainda assim achei melhor que a estrada entre Sorrento – Positano.

Paramos o carro em um estacionamento bem grande um pouco abaixo do centro da cidade (2 euros por hora) e depois subimos a pé pela estrada mesmo. O centrinho é uma graça, com suas casinhas, lojinhas e restaurantes, mas o melhor que a cidade tem eu acho que é a vista do Villa Rufolo, como você pode ver nas fotos abaixo:

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PS. Eles estavam montando palcos para os shows de música clássica que acontecem no verão, então o visual do jardim mesmo foi um pouco prejudicado com os entulhos.

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Escolhemos o restaurante Sigilgaidaporque tinha nota justa no TripAdvisor e uma vista maravilhosa da costa. A comida estava gostosa e o atendimento foi ótimo porque o restaurante estava vazio na hora que fomos jantar. Perfeito!

Passeamos depois pela cidade para fazer a digestão e voltamos passeando pela Costa e conhecendo por fora as cidades de Amalfi, Praiano, entre outras. Todas são fofas, mas não tivemos vontade de parar na hora e nem de voltar nelas no dia seguinte…rs.

Dia 3 – 31/05/2017 (quarta-feira)

Tomamos de novo o café da manhã com vista e optamos por ficar realmente o dia inteiro sem sair de Vico Equense. Descansamos bastante na praia e na piscina e quando a fome apertou, fomos almoçar no único restaurante que fica em cima do mar em Vico, bem colado ao porto. A comida não era nada demais e o atendimento foi um horror, mas só a paz de não precisar dirigir pelas estradas italianas valeu muito a pena.

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Dia 4 – 01/06/2017 (quinta-feira)

Acordamos relativamente cedo e nos preparamos para pegar nosso barco para Capri. Tivemos uma bela surpresa no dia anterior quando passamos na recepção do hotel e nos disseram que há ferry boats que passam em Vico antes de ir para Sorrento e depois Capri.

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Compramos nossas passagens com antecedência e deixamos o carro com boa parte das nossas tralhas estacionado no hotel sem custo algum (o nosso plano original era dirigir até Sorrento para pegar o ferry e pagar um fortuna em algum estacionamento seguro). Levamos roupas apenas para 3 dias em Capri e lá nós circulamos apenas de taxi, já que carros de fora são proibidos.

Vou contar tudinho sobre esses 3 dias maravilhosos em Capri, um dos lugares mais lindos e mais caros que já visitei. Guentaí!

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Quer saber mais sobre essa viagem? Dá uma olhada nos posts abaixo:

  • 10 dias na Itália (Roma, Caserta, Pompeia, Costa Amalfitana e Capri) – clique aqui
  • 1 dia em Caserta e Pompeia – clique aqui
  • 3 dias na Costa Amalfitana – clique aqui
  • 3 dias em Capri – em breve
  • 2 dias em Roma – em breve

Se quiser saber mais sobre a outra viagem que fizemos para a Itália,  é só clicar nos links abaixo:

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